Com o tema “De que lado você samba?” os estudantes do Centro Universitário UNIFIEO em Osasco, lançaram a tese que irá disputar as eleições para o Diretório Central dos Estudantes- Ernesto “Che” Guevara. Tendo participação destacada, a UJS uniu grandes forças do movimento estudantil, como a JSB e correntes ligadas ao PT em prol de uma ação comum dentro do DCE.
A chapa tem como propósito apagar a imagem negativa da última gestão que, por problemas internos na diretoria, acabou não cumprindo seu devido papel, prejudicando o trabalho do DCE.
Atrelados ao Congresso da UNE e UEE-SP, a tese “De que lado você samba?” promete buscar grande participação dos estudantes, para construir um DCE cada vez mais forte, podendo assim cumprir os anseios da classe estudantil, sempre lutando por democracia e melhorias na qualidade do ensino privado.
O principal desafio do DCE, que representa mais de 17 mil alunos atualmente, é colocar os estudantes da Universidade no centro do debate do movimento estudantil universitário, fortalecendo a Instituição e o movimento estudantil em geral.
Rodrigo Aversa, estudante de geografia é uns dos lideres da chapa, e afirma que uma das prioridades é trazer o CUCA da UNE, promovendo assim uma grande integração entre os artistas e alunos da Universidade.
As eleições estão marcadas para o próximo dia 28 de maio, e o debate já começou a movimentar a universidade, e com espírito de Unidade, a tese “De que lado você samba?” tem papel decisivo na luta dos estudantes do UNIFIEO.
Rodrigo Aversa, aluno de Geografia da UNIFIEO
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Estudantes mato-grossenses ocupam reitoria pelo fim do vestibular
No dia 11 de Maio, mais de 1000 estudantes secundaristas e universitários ocuparam a UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) para pedir o fim do vestibular.
Os estudantes levaram faixas e bandeiras pedindo que o vestibular seja seriado, como é a proposta das entidades estudantis, e que esse novo exame seja acompanhado da reserva de vagas para alunos de escolas púlicas.
Segundo o diretor da UNE Pablo Rodrigues, "qualquer proposta que supere o modelo atual de acesso à universidade é bem-vindo".
Rarikan Heven, diretor da UBES, salientou que "essa foi a terceira atividade da UBES relacionada ao vestibular no estado. Estamos construindo um movimento que não vai parar até conseguirmos uma universidade com acesso democrático".
Durante o ato, os estudantes liderados pela UBES adentraram a reitoria para levar suas propostas, sendo que a reitora demonstrou simpatia por várias delas.
A manifestação foi organizada pela UBES, UNE, ACES (Associação Cuiabana dos Estudantes Secundaristas) e a AME (Associação Matogrossense dos Estudantes Secundaristas) e pelos grêmios estudantis que, em sua maioria, são favoráveis à proposta da UBES de vestibular seriado.
Os estudantes levaram faixas e bandeiras pedindo que o vestibular seja seriado, como é a proposta das entidades estudantis, e que esse novo exame seja acompanhado da reserva de vagas para alunos de escolas púlicas.
Segundo o diretor da UNE Pablo Rodrigues, "qualquer proposta que supere o modelo atual de acesso à universidade é bem-vindo".
Rarikan Heven, diretor da UBES, salientou que "essa foi a terceira atividade da UBES relacionada ao vestibular no estado. Estamos construindo um movimento que não vai parar até conseguirmos uma universidade com acesso democrático".
Durante o ato, os estudantes liderados pela UBES adentraram a reitoria para levar suas propostas, sendo que a reitora demonstrou simpatia por várias delas.
A manifestação foi organizada pela UBES, UNE, ACES (Associação Cuiabana dos Estudantes Secundaristas) e a AME (Associação Matogrossense dos Estudantes Secundaristas) e pelos grêmios estudantis que, em sua maioria, são favoráveis à proposta da UBES de vestibular seriado.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Ampla aliança vence as eleições do DCE da Universidade de Passo Fundo (RS)
Uma ampla aliança de diversos setores do Movimento Estudantil venceu, no último dia 07/05, as eleições do Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Passo Fundo, no RS. Há mais de 5 anos o DCE era comandado por segmentos ligados ao DEM e tiveram gestões marcadas pela apatia diante dos aumentos de mensalidades, bem como dos demais debates acerca dos rumos da Universidade. Devido a isso, diversos segmentos do movimento estudantil da universidade se uniram com o objetivo de construir um DCE que participe dos principais debates da UPF e que fortaleça a capacidade de organização e a força dos estudantes da Instituição.
“Essa vitória é o reflexo do sentimento dos estudantes da UPF que querem um DCE que os represente de fato”, afirma Bibiana Sanches, tesoureira da chapa vencedora.
As eleições ocorreram no último dia 07/05 em toda a UPF, que possui 7 campus nos municípios de Passo Fundo, Carazinho, Sarandi, Soledade, Lagoa Vermelha, Palmeira das Missões e Casca. A Instituição tem cerca de 20 mil alunos matriculados de toda a região norte do estado.
O presidente eleito do DCE, o estudante de Educação Física Antonio Antunes, afirma que “o único beneficio que a entidade concedia aos alunos eram festas e uma carteirinha que pouco contribuía na vida dos estudantes” e complementa: “queremos construir um DCE que possa contribuir com a formação acadêmica dos alunos, defendendo e agindo no sentido de garantir melhores condições para que os acadêmicos possam participar de seminários, congressos e demais atividades que qualifiquem a sua formação”.
As eleições do DCE da UPF ocorreram com o acompanhamento do vice-presidente da UNE para o Rio Grande do Sul, o ex-aluno da UPF e estudante de História da UFRGS Mateus Fiorentini. Ele afirma que “o DCE da UPF é muito importante para o movimento estudantil do estado e agora será comandado por estudantes profundamente comprometidos com a defesa da qualidade do ensino superior bem como do caráter público das Universidades Comunitárias”.
Concorreram ao DCE da UPF duas chapas: a chapa 4 “RENOVAÇÃO”(ligada aos Democratas), que contabilizou 2273 votos, e a chapa 2 “SAUDAÇÕES A QUEM TEM CORAGEM”(composta por estudantes ligados a UJS, PDT e lideranças de Centros e Diretórios Acadêmicos e de diversos cursos da UPF), que totalizou exatos 3000 votos, num universo de 5297 votantes. A nova diretoria, que assume nos próximos dias, dirigirá o DCE da UPF por uma gestão de dois anos.
“Essa vitória é o reflexo do sentimento dos estudantes da UPF que querem um DCE que os represente de fato”, afirma Bibiana Sanches, tesoureira da chapa vencedora.
As eleições ocorreram no último dia 07/05 em toda a UPF, que possui 7 campus nos municípios de Passo Fundo, Carazinho, Sarandi, Soledade, Lagoa Vermelha, Palmeira das Missões e Casca. A Instituição tem cerca de 20 mil alunos matriculados de toda a região norte do estado.
O presidente eleito do DCE, o estudante de Educação Física Antonio Antunes, afirma que “o único beneficio que a entidade concedia aos alunos eram festas e uma carteirinha que pouco contribuía na vida dos estudantes” e complementa: “queremos construir um DCE que possa contribuir com a formação acadêmica dos alunos, defendendo e agindo no sentido de garantir melhores condições para que os acadêmicos possam participar de seminários, congressos e demais atividades que qualifiquem a sua formação”.
As eleições do DCE da UPF ocorreram com o acompanhamento do vice-presidente da UNE para o Rio Grande do Sul, o ex-aluno da UPF e estudante de História da UFRGS Mateus Fiorentini. Ele afirma que “o DCE da UPF é muito importante para o movimento estudantil do estado e agora será comandado por estudantes profundamente comprometidos com a defesa da qualidade do ensino superior bem como do caráter público das Universidades Comunitárias”.
Concorreram ao DCE da UPF duas chapas: a chapa 4 “RENOVAÇÃO”(ligada aos Democratas), que contabilizou 2273 votos, e a chapa 2 “SAUDAÇÕES A QUEM TEM CORAGEM”(composta por estudantes ligados a UJS, PDT e lideranças de Centros e Diretórios Acadêmicos e de diversos cursos da UPF), que totalizou exatos 3000 votos, num universo de 5297 votantes. A nova diretoria, que assume nos próximos dias, dirigirá o DCE da UPF por uma gestão de dois anos.
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Universidade Federal do Vale do S. Francisco adota Reserva de Vagas e Enem
A Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) aprovou, na última quarta-feira (06/05), em reunião do Conselho Universitário realizada em Petrolina, no sertão Pernambucano, a adoção do sistema de cotas sociais (reserva de 50% das vagas para estudantes oriundos de escolas públicas). Além disso, a Universidade aderiu recentemente a proposta de implementação do ENEM como novo sistema de avaliação e de acesso.
As medidas fazem parte de um longo processo de diálogo travado pelo Diretório Central dos Estudantes da UNIVASF com toda a comunidade acadêmica e, pela UNE, UBES e a UEP em todo o estado e país, conforme atestam as mais recentes manifestações pela aprovação do PL 3.913/08 (Projeto de Lei que institui a Reserva de Vagas nas Universidades Públicas).
Segundo o pró-reitor de ensino, Marcelo Ribeiro, para conseguir a vaga o estudante cotista não pode zerar nenhuma das quatro partes da prova (serão quatro eixos, conforme o MEC: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação), ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias). A regra vale tanto para os feras da rede pública quanto para os da rede privada. Mas só será aplicada na primeira opção de curso do candidato.
“Essa medida surge no intuito de democratizar ainda mais o acesso à universidade e colocá-la de fato a serviço do desenvolvimento e progresso de nossa nação, permitindo e criando expectativas a jovens que antes nem sonhavam em um dia entrar na Universidade por não poder pagar um cursinho pré-vestibular ou uma mensalidade em escola da rede privada”, é o que nos relata a presidente do Diretório Central dos Estudantes da UNIVASF, a estudante de Medicina Mayara Coelho.
A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) criou uma "Blitz da Reserva de Vagas" e está permanentemente mobilizando os alunos para cobrarem do Congresso Nacional a aprovação desta medida que surge como um gesto de reparação histórica para com os estudantes brasileiros, democratizando o acesso à universidade e proporcionando cada vez mais oportunidades iguais para o povo.
De Petrolina,
Anderson Diego, Tesoureiro Geral da UEP
As medidas fazem parte de um longo processo de diálogo travado pelo Diretório Central dos Estudantes da UNIVASF com toda a comunidade acadêmica e, pela UNE, UBES e a UEP em todo o estado e país, conforme atestam as mais recentes manifestações pela aprovação do PL 3.913/08 (Projeto de Lei que institui a Reserva de Vagas nas Universidades Públicas).
Segundo o pró-reitor de ensino, Marcelo Ribeiro, para conseguir a vaga o estudante cotista não pode zerar nenhuma das quatro partes da prova (serão quatro eixos, conforme o MEC: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação), ciências humanas e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias). A regra vale tanto para os feras da rede pública quanto para os da rede privada. Mas só será aplicada na primeira opção de curso do candidato.
“Essa medida surge no intuito de democratizar ainda mais o acesso à universidade e colocá-la de fato a serviço do desenvolvimento e progresso de nossa nação, permitindo e criando expectativas a jovens que antes nem sonhavam em um dia entrar na Universidade por não poder pagar um cursinho pré-vestibular ou uma mensalidade em escola da rede privada”, é o que nos relata a presidente do Diretório Central dos Estudantes da UNIVASF, a estudante de Medicina Mayara Coelho.
A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) criou uma "Blitz da Reserva de Vagas" e está permanentemente mobilizando os alunos para cobrarem do Congresso Nacional a aprovação desta medida que surge como um gesto de reparação histórica para com os estudantes brasileiros, democratizando o acesso à universidade e proporcionando cada vez mais oportunidades iguais para o povo.
De Petrolina,
Anderson Diego, Tesoureiro Geral da UEP
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Maio, mês decisivo nos rumos da campanha ao Congresso da UNE
O mês de maio é definidor para a campanha do 51º Congresso da UNE. É nesse mês que se concentram grande parte das eleições nas maiores universidades e mesmo alguns congressos de entidades estaduais. Estar bem situado na batalha significa combinar o tempo de montar comissões de estudantes e atingir mais universidades com realizar os processos eleitorais e impedir que todos se acumulem para as últimas semanas.
Por isso, a palavra de ordem é intensificar a mobilização. Para dar conta de construir a maior campanha da história de um Congresso da União Nacional dos Estudantes, desafio lançado para o movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", é preciso dar ainda mais volume à campanha nos estados, atingindo número crescente de universidades e estudantes.
Plenárias do movimento
Nessa fase da campanha, quando muitos contatos já foram estabelecidos e os processos eleitorais estão em andamento, é necessário contagiar os estudantes com o "clima" do Congresso.
Logo, é tarefa imediata realizar atividades que reúnam os componentes das chapas construídas para debater as propostas do movimento e promover a integração das bancadas. É bom, para criar o "clima", que os estudantes vejam que são participantes de algo maior, que abrange muitas universidades. Da mesma maneira, todos têm que saber que as propostas do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" não vêm de algumas pessoas apenas, mas são construídas também com a contribuição de quem está participando do processo atual.
Contatos
Desde já uma dos desafios do movimento é manter contato constante com os apoiadores. Para tanto, telefone, endereço e mail dos delegados, suplentes e observadores são informações valiosas. É preciso concentrá-las no (a) responsável por mobilização, além de enviá-las para a coordenação nacional do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", pois um banco de dados geral será montado. Os contatos devem ser enviados aos responsáveis pela mobilização ou comunicação do movimento, Ossi Ferreira e Fernando Borgonovi, respectivamente.
Volume de Campanha
Outro aspecto importante para uma campanha bem sucedida é o investimento em materiais. Criar volume nas universidades, através de panfletos, adesivos e cartazes são ferramentas fundamentais para a construção de uma vitoriosa mobilização.
Essa movimentação nas universidades deixa o estudante mais ligado nas eleições e aumenta o engajamento de todos na campanha, além de divulgar as propostas defendidas pelo movimento.
De São Paulo,
Fernando Borgonovi
Por isso, a palavra de ordem é intensificar a mobilização. Para dar conta de construir a maior campanha da história de um Congresso da União Nacional dos Estudantes, desafio lançado para o movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", é preciso dar ainda mais volume à campanha nos estados, atingindo número crescente de universidades e estudantes.
Plenárias do movimento
Nessa fase da campanha, quando muitos contatos já foram estabelecidos e os processos eleitorais estão em andamento, é necessário contagiar os estudantes com o "clima" do Congresso.
Logo, é tarefa imediata realizar atividades que reúnam os componentes das chapas construídas para debater as propostas do movimento e promover a integração das bancadas. É bom, para criar o "clima", que os estudantes vejam que são participantes de algo maior, que abrange muitas universidades. Da mesma maneira, todos têm que saber que as propostas do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" não vêm de algumas pessoas apenas, mas são construídas também com a contribuição de quem está participando do processo atual.
Contatos
Desde já uma dos desafios do movimento é manter contato constante com os apoiadores. Para tanto, telefone, endereço e mail dos delegados, suplentes e observadores são informações valiosas. É preciso concentrá-las no (a) responsável por mobilização, além de enviá-las para a coordenação nacional do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade", pois um banco de dados geral será montado. Os contatos devem ser enviados aos responsáveis pela mobilização ou comunicação do movimento, Ossi Ferreira e Fernando Borgonovi, respectivamente.
Volume de Campanha
Outro aspecto importante para uma campanha bem sucedida é o investimento em materiais. Criar volume nas universidades, através de panfletos, adesivos e cartazes são ferramentas fundamentais para a construção de uma vitoriosa mobilização.
Essa movimentação nas universidades deixa o estudante mais ligado nas eleições e aumenta o engajamento de todos na campanha, além de divulgar as propostas defendidas pelo movimento.
De São Paulo,
Fernando Borgonovi
terça-feira, 5 de maio de 2009
Eleições para o Congresso da UNE movimentam a UNIP em SP
O movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" na capital paulista já começa a realizar eleições em algumas da maiores universidades da cidade. A Unip (Universidade Paulista), que recentemente elegeu o militante da UJS Márcio Bico para a presidência do DCE, está com o processo de votação em andamento até a semana que vem.
A chapa única representa a aliança dos estudantes da universidade e a compreensão da importância de uma grande mobilização para o Congresso. Para Carlos Eduardo Siqueira, presidente municipal da UJS, "as eleições na Unip tem tudo para serem massivas, com grande participação dos estudantes".
"Estamos fazendo uma grande mobilização, em conjunto com as lideranças do DCE. Nosso objetivo é passar em todas as salas de aula, dos diversos campus da universidade aqui em São Paulo. Esperamos conseguir os votos de milhares de estudantes nessa chapa, que representa a unidade do movimento estudantil na Unip e a grandeza da UEE/SP e da UNE", afirma Carlos.
A chapa única representa a aliança dos estudantes da universidade e a compreensão da importância de uma grande mobilização para o Congresso. Para Carlos Eduardo Siqueira, presidente municipal da UJS, "as eleições na Unip tem tudo para serem massivas, com grande participação dos estudantes".
"Estamos fazendo uma grande mobilização, em conjunto com as lideranças do DCE. Nosso objetivo é passar em todas as salas de aula, dos diversos campus da universidade aqui em São Paulo. Esperamos conseguir os votos de milhares de estudantes nessa chapa, que representa a unidade do movimento estudantil na Unip e a grandeza da UEE/SP e da UNE", afirma Carlos.
UNE realiza encontro de mulheres estudantes
O 3° Encontro de Mulheres Estudantes (EME) reuniu 250 universitárias de todo o país em Belo Horizonte (MG), de 1º a 3 de maio. As jovens foram unânimes em denunciar a presença do machismo no movimento estudantil. Em nota de repúdio à violência de gênero, as universitárias exigem que casos relatados sejam apurados pela UNE e que prevejam punições a agressores — da censura pública a inelegibilidade nos fóruns da entidade. Resoluções do encontro devem ser referendadas no próximo congresso da entidade.
Apesar das divergências de opinião entre as diversas correntes estudantis presentes no evento, as estudantes aprovaram por consenso uma carta que deverá nortear a política da entidade para as mulheres no próximo período, além da nota de repúdio à violência de gênero.
No documento, as universitárias apontaram para a necessidade de superação do machismo com políticas específicas para as mulheres universitárias, desde a assistência estudantil à produção do conhecimento acadêmico, e reafirmaram a política de cotas mínimas de 30% de mulheres nas direções das entidades estudantis.
As participantes do encontro discutiram ainda a importância que terão para as mulheres a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Comunicação, a crise financeira e a necessidade da legalização do aborto. Para a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, “o movimento estudantil reflete o machismo presente em nossa sociedade e na universidade.
Por ser também um espaço de poder, as disputas muitas vezes extrapolam o debate político e resvalam na violência sexista, física ou moral. O EME da UNE serve como impulsionador da auto-organização das mulheres, que precisam ser as primeiras a se indignar com a reprodução da violência de gênero dentro do ME.”
Além da deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) e Elizabeth Saar (da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), marcaram presença na programação entidades feministas — União Brasileira de Mulheres, Macha Mundial das Mulheres e Confederação de Mulheres do Brasil — e CUT.
De Belo Horizonte,
Mariana Venturini
Apesar das divergências de opinião entre as diversas correntes estudantis presentes no evento, as estudantes aprovaram por consenso uma carta que deverá nortear a política da entidade para as mulheres no próximo período, além da nota de repúdio à violência de gênero.
No documento, as universitárias apontaram para a necessidade de superação do machismo com políticas específicas para as mulheres universitárias, desde a assistência estudantil à produção do conhecimento acadêmico, e reafirmaram a política de cotas mínimas de 30% de mulheres nas direções das entidades estudantis.
As participantes do encontro discutiram ainda a importância que terão para as mulheres a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Comunicação, a crise financeira e a necessidade da legalização do aborto. Para a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, “o movimento estudantil reflete o machismo presente em nossa sociedade e na universidade.
Por ser também um espaço de poder, as disputas muitas vezes extrapolam o debate político e resvalam na violência sexista, física ou moral. O EME da UNE serve como impulsionador da auto-organização das mulheres, que precisam ser as primeiras a se indignar com a reprodução da violência de gênero dentro do ME.”
Além da deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) e Elizabeth Saar (da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), marcaram presença na programação entidades feministas — União Brasileira de Mulheres, Macha Mundial das Mulheres e Confederação de Mulheres do Brasil — e CUT.
De Belo Horizonte,
Mariana Venturini
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