terça-feira, 5 de maio de 2009

Eleições para o Congresso da UNE movimentam a UNIP em SP

O movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" na capital paulista já começa a realizar eleições em algumas da maiores universidades da cidade. A Unip (Universidade Paulista), que recentemente elegeu o militante da UJS Márcio Bico para a presidência do DCE, está com o processo de votação em andamento até a semana que vem.

A chapa única representa a aliança dos estudantes da universidade e a compreensão da importância de uma grande mobilização para o Congresso. Para Carlos Eduardo Siqueira, presidente municipal da UJS, "as eleições na Unip tem tudo para serem massivas, com grande participação dos estudantes".

"Estamos fazendo uma grande mobilização, em conjunto com as lideranças do DCE. Nosso objetivo é passar em todas as salas de aula, dos diversos campus da universidade aqui em São Paulo. Esperamos conseguir os votos de milhares de estudantes nessa chapa, que representa a unidade do movimento estudantil na Unip e a grandeza da UEE/SP e da UNE", afirma Carlos.

UNE realiza encontro de mulheres estudantes

O 3° Encontro de Mulheres Estudantes (EME) reuniu 250 universitárias de todo o país em Belo Horizonte (MG), de 1º a 3 de maio. As jovens foram unânimes em denunciar a presença do machismo no movimento estudantil. Em nota de repúdio à violência de gênero, as universitárias exigem que casos relatados sejam apurados pela UNE e que prevejam punições a agressores — da censura pública a inelegibilidade nos fóruns da entidade. Resoluções do encontro devem ser referendadas no próximo congresso da entidade.

Apesar das divergências de opinião entre as diversas correntes estudantis presentes no evento, as estudantes aprovaram por consenso uma carta que deverá nortear a política da entidade para as mulheres no próximo período, além da nota de repúdio à violência de gênero.

No documento, as universitárias apontaram para a necessidade de superação do machismo com políticas específicas para as mulheres universitárias, desde a assistência estudantil à produção do conhecimento acadêmico, e reafirmaram a política de cotas mínimas de 30% de mulheres nas direções das entidades estudantis.

As participantes do encontro discutiram ainda a importância que terão para as mulheres a Conferência Nacional de Educação e a Conferência Nacional de Comunicação, a crise financeira e a necessidade da legalização do aborto. Para a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, “o movimento estudantil reflete o machismo presente em nossa sociedade e na universidade.

Por ser também um espaço de poder, as disputas muitas vezes extrapolam o debate político e resvalam na violência sexista, física ou moral. O EME da UNE serve como impulsionador da auto-organização das mulheres, que precisam ser as primeiras a se indignar com a reprodução da violência de gênero dentro do ME.”


Além da deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) e Elizabeth Saar (da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres), marcaram presença na programação entidades feministas — União Brasileira de Mulheres, Macha Mundial das Mulheres e Confederação de Mulheres do Brasil — e CUT.

De Belo Horizonte,
Mariana Venturini

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Movimento "Da Unidade" em MS faz reunião de mobilização para o 51º Congresso da UNE

Em reunião nesta terça-feira, dia 29, a UJS/MS apresentou as propostas do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" para os representantes dos DCEs das principais universidades de Campo Grande, concretizando uma forte e organizada aliança entre as entidades e lideranças estudantis que deve garantir uma presença massiva da bancada de Mato Grosso do Sul no 51° Congresso da UNE.

Estiveram presentes os presidentes de DCEs da UCDB e Estácio de Sá, Rafael Meirelles e Bruno Zottos, o representante do DCE da UFMS Robson Luiz e, pelo DCE da UNIDERP, Antonio Neto. Além deles, participaram das discussões o presidente da UEE/MS, Anderson Ribeiro, o presidente estadual da UJS, Waldely Vaneli e membros da executiva da entidade.

"Estamos dando um passo importante, unindo os DCEs e a UEE em torno da construção do movimento para o congresso da UNE, levando uma bancada expressiva do estado. Esta união reflete um novo momento do movimento estudantil na região”, afirmou Waldely Vaneli.

O presidente da UEE/MS relatou a importância desta aliança, chamando-a de uma parceira histórica. “Acredito que o movimento estudantil passa por uma transformação e parcerias como esta contribuem para o fortalecimento das entidades e dos estudantes”, disse.

Entre todas as entidades, uma observação é unânime: é necessário aumentar a participação dos estudantes do estado nas pautas nacionais, para o que é ponto decisivo manter a unidade.

Foi constituída uma comissão formada por seis membros que serão responsáveis por otimizar a organização das eleições nas universidades. A próxima reunião já tem data marcada e definirá o calendário das eleições. O movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" conclama a todos os a acadêmicos a fazerem parte desse importante momento e construir um 51° Congresso da UNE massivo e participativo.


De Campo Grande,
Rafaela Muniz

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Da Unidade Vai Nascer a Novidade acelera mobilização em campanha disputada no PR

A campanha para os Congressos da União Paranaense dos Estudantes (UPE) e da UNE está pegando fogo. Mais de quarenta universidades já realizaram eleições e o processo de mobilização segue crescendo a cada dia.

A disputa está bastante acirrada, o que exige muita disposição das lideranças e ressalta a presença e a força do movimento estudantil naquele estado.

Nesse momento decisivo, tem chamado atenção a determinação da militância do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade". Na sexta feira passada, na eleição dos delegados da Universidade Estadual de Maringá (UEM), uma das principais do local, a chapa "Da Unidade" soube superar todas as dificuldades e obteve um expressivo resultado: 939 votos contra 34 da chapa adversária, elegendo todos os 17 delegados possíveis.

Arilton Freres, dirigente da UJS e coordenador do movimento no estado, destaca a garra dos militantes como principal fator da campanha. "Veja, a campanha está bastante disputada, o que demonstra a vitalidade do movimento. As dificuldades a superar são várias: falta de recursos financeiros, o número de cidades e universidades a serem atingidas e outras coisas. O que temos tido muito - e precisaremos ainda de muito mais - é disposição, garra, força de vontade e forças das ideias para trazer mais estudantes para a luta por um estado e uma educação melhores", salienta.

A UPE, fundada em 1939, é a segunda entidade estudantil mais antiga do país, atrás apenas da própria UNE, e fará seu Congresso nos dias 13 e 14 de junho, em local ainda não definido. Mas o trabalho da militância não termina por aí. "Nosso desafio é eleger a maior e mais politizada bancada do Paraná para os Congressos da UPE e da UNE. É um processo "casado", que exige concentração total até julho, em Brasília, no 51º Congresso da UNE", conclui Arilton.

terça-feira, 28 de abril de 2009

CE reúne 200 estudantes no lançamento do movimento Da Unidade Vai Nascer a Novidade

No sábado (25), a Direção da UJS cearense discutiu o Congresso da UNE, a grande batalha desse semestre. Além das eleições dos delegados, as intervenções apontaram para o desafio que a entidade tem de garantir a participação dos estudantes e um engajamento que tenha retorno positivo para movimento estudantil.

O congresso da UNE é um momento de grande disputa e exige responsabilidade da militância para massificar as bandeiras históricas, como a ampliação das universidades, assistência estudantil, respeito à meia-entrada. “É um processo acelerado e é preciso manter esse fôlego do início do processo e, em junho, já ter superado a meta”, acrescentou Edilson Cavalcante, presidente da UJS/CE.

A UJS também realizou uma atividade para lançar o movimento “Da Unidade Vai Nascer a Novidade” com a presença de uma comunidade acadêmica diversificada: universitários, secundaristas e convidados como os jovens de Guiné Bissau e estudantes do interior. Segundo Edilson, cerca de duzentas pessoas prestigiaram o evento.

No evento foi reafirmado pelos militantes o compromisso da entidade na defesa de bandeiras do movimento estudantil e que a UJS contribua muito para que UNE tenha caráter plural e aglutinador.

Esteve presente no lançamento o Secretário de Saúde do Estado, João Ananias, que reforçou o respeito e admiração que ele tem pela UJS por ser uma entidade séria e que tem responsabilidade com os estudantes, sempre travando o debate e apontando soluções para o desenvolvimento do país.


Ívina Carla é estudante de Jornalismo da FaC e militante da UJS.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Contra o imobilismo, uma ação conjunta!

Um típico domingo no Rio Grande do Sul. Chuva, frio, final do campeonato gaúcho e DCEs dispostos a discutir os rumos do ME no estado. No domingo dia 19 de abril onze Diretórios Centrais de Estudantes reuniram-se em um Conselho Estadual de Entidades Gerais na sede do CPERS/Sindicato em Porto Alegre. Entre as discussões previstas estavam a situação do Movimento Estudantil no Estado e no País e a aprovação do regimento para o Congresso de Fundação de uma nova entidade estadual de estudantes.

Contra o imobilismo, uma ação conjunta!

Uma mobilização de DCEs gaúchos discutiu a situação do ME no Rio Grande do Sul e encaminhou a construção de uma nova entidade estadual

Um típico domingo no Rio Grande do Sul. Chuva, frio, final do campeonato gaúcho e DCEs dispostos a discutir os rumos do ME no estado. No domingo dia 19 de abril onze Diretórios Centrais de Estudantes reuniram-se em um Conselho Estadual de Entidades Gerais na sede do CPERS/Sindicato em Porto Alegre. Entre as discussões previstas estavam a situação do Movimento Estudantil no Estado e no País e a aprovação do regimento para o Congresso de Fundação de uma nova entidade estadual de estudantes.

O encontro que teve a presença da presidenta da UNE, Lúcia Stumpf, iniciou debatendo a situação do movimento estudantil atual. Segundo o vice sul da UNE, Mateus Fiorentin, esse é o momento de maior maturidade do movimento estudantil no nosso Estado. "É o momento onde convergimos nos maiores consensos, como a luta contra a criminalização dos movimento sociais, o Fora Yeda, as mobilizações contra a corrupção e por mais qualidade de educação", afirmou Mateus.

Para o diretor do DCE da UFSM (Universidade Federal de Santa Maria), Anderson Machado, o movimento estudantil é reivindicatório. O ME junto com os outros movimentos sociais estão enfrentando de frente o Governo do Estado que defende um retrocesso das políticas sociais que vem sendo feitas no País. Anderson também pontuou a importância da Conferência Nacional de Educação, "é um momento de discutirmos um modelo de educação democrática e popular", afirmou.

O representante do DCE/UCS (Universidade de Caxias do Sul), enfatizou a importância da constituição de uma nova entidade estadual de estudantes. Para David Carnizella essa nova entidade deve unificar os estudantes e para que isso aconteça ela deve ser "fundada em bases fortes". Para David a nova entidade não deve nascer apenas como oposição a diretoria atual da UEE. "O que nos uniu aqui, por exemplo, foi o Fora Yeda mas a nova entidade não deve se limitar a isso, pois quando acabar o governo acabaria a mobilização", afirma David.

A presidenta da UNE, Lúcia Stumpf, iniciou sua fala dizendo que a UEE/RS foi uma das primeiras a serem criadas há 70 anos. Para a dirigente vivemos um momento de ofensiva propositiva dos movimento sociais, "houve aumento de vagas nas universidade públicas, o ProUni garantiu vagas gratuitas nas universidade privadas e agora o fim do vestibular que é uma reivindicação histórica do ME", reforçou Lúcia.

Após as falas de abertura a palavra foi repassada para os presentes que pontuaram, principalmente, sobre a necessidade de criação de uma nova entidade estadual no RS. Ao final das intervenções iniciou o próximo ponto que foi o da aprovação de texto base do regimento para o congresso de fundação de uma nova entidade estudantil estadual. Após a leitura do regimento foi escolhida uma Comissão Estadual de Eleição, Credenciamento e Organização (CEECO), que aprovará o texto final do regimento e coordenará o processo de organização do congresso. A data proposta para a realização dele é nos dias 29 e 30 de agosto na cidade de Santa Maria.
Por que organizar uma nova entidade estadual?

A UEE do Rio Grande do Sul tem 70 anos de existência. Nesse tempo todo ela foi peça fundamental nas lutas do povo gaúcho e brasileiro. Participou da campanha do "Pretróleo é Nosso", foi fechada pela ditadura, mobilizou estudantes pelas Diretas Já!. Entretanto há mais de 15 anos o quadro é outro. Uma sucessão de congressos antidemocráticos (alguns feitos escondidos) transformaram a UEE numa entidade que existe apenas no cartório. O último congresso, público, da UEE foi em 2003. De lá para cá há a UEE perdeu o reconhecimento da maioria dos DCEs do Estado e nem mesmo a UNE reconhece como legítima a atual diretoria.

Como não existe nenhuma possibilidade de construção de um congresso democrático da UEE (quem está no poder não quer abrir mão do controle), dez Diretórios Centrais de Estudantes chamaram um Conselho Estadual de Entidades Gerais para construir uma nova entidade. O que as entidades querem é resgatar o passado de lutas da UEE e unificar as pautas dos estudantes gaúchos.
DCEs que estavam presentes no CEEG

* UCS: Universidade de Caxias do Sul*
* IPA: Centro Universitário Metodista/IPA
* PUCRS: Pontífícia Universidade Católica do RS
* UNISC: Universidades de Santa Cruz*
* Univates: Universidade do Vale do Taquari
* UFPEL: Universidade Federal de Pelotas*
* UFRGS: Universidade Federal do Rio Grande do Sul*
* UFSM: Universidade Federal de Santa Maria*
* UNIJUI: Universidade de Ijuí*
* IMED: Faculdade Meridional*
* FURG: Fundação Universidade de Rio Grande*

Justificaram ausência

* FAPA: Faculdades Porto-Alegrenses
* UCPel: Universidade Católica de Pelotas


* Os DCEs marcados com asterisco fazem parte da CEECO. Somam-se a eles o DCE da Unicruz (Universidade de Cruz Alta) que não estava presente.

fonte: www.kizomba.org.br

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Vestibular: é preciso ir além da unificação

O anúncio proferido pelo Ministro da Educação, Fernando Haddad, de unificar os vestibulares das Universidades Federais a partir do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) tem esquentado o debate educacional. A extinção do vestibular é uma reivindicação antiga dos estudantes. Porém, entendemos que uma nova forma de acesso precisa fazer parte de um pacote maior de medidas que radicalizem a democratização da Universidade. Alterações como essa não deve ser feita às pressas e unilateralmente, quando o que o Brasil precisa é de uma ampla união da sociedade em torno de um Projeto de Estado para a educação.

Cinco mil estudantes foram às ruas ontem [15/04], em São Paulo, para pedir o fim do vestibular e rebater a proposta do Ministro da Educação (MEC), de unificar os vestibulares das universidades federais a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). A extinção do vestibular é uma das reivindicações históricas do movimento estudantil. A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) pressionam há muito tempo o MEC a apresentar uma alternativa ao sistema de ingresso na Universidade.

Há muito tempo a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) pressionam o MEC a apresentar uma alternativa ao sistema de ingresso na Universidade. O vestibular é mistificado ao longo de toda a formação acadêmica. Uma prova única, de caráter conteúdista e meritocrático que aprofunda o abismo entre o ensino privado e público. Ao valorizar o conteúdo decorado em detrimento da análise, o vestibular nos moldes atuais limita e rebaixa o currículo do Ensino Médio.

Ao fazer este debate, é preciso lembrar que hoje a oportunidade de cursar uma faculdade é reservada a menos de 12% da juventude de nosso país, segundo dados do Censo Educacional de 2007. O desafio do Brasil é romper os muros das Universidades, tornando-a acessível também à população de baixa renda. As ações do Estado precisam estar voltadas a políticas afirmativas que corrijam a distorção social que marca a Universidade brasileira.

O Governo, com o mesmo empenho demonstrado na formulação do novo ENEM, precisa, por exemplo, priorizar a aprovação do Projeto de Lei que tramita no Senado e prevê a reserva 50% das vagas das Universidades Públicas para estudantes oriundos das escolas públicas.

Há fatores positivos na proposta apresentada, que precisa ser aprimorada através de consultas públicas. O formato analítico do ENEM valoriza a capacidade crítica do estudante. As alterações propostas aproximam a Universidade da formulação do ENEM, comprometendo as Instituições de Ensino Superior com o currículo do Ensino Médio e com a formação e qualificação dos professores da rede escolar.

Ao mesmo tempo, manter o formato de uma única prova anual, concentrada em poucos dias, impõe uma limitação grande à nova avaliação. Para superar a lógica dos cursinhos preparatórios e estabelecer uma dinâmica mais equânime de avaliação, o ENEM deve ser seriado, ou seja, expandido para as três séries obrigatórias do Ensino Médio.

Estabelecendo um instrumento único de ingresso no Ensino Superior o país avança na constituição de um sistema integrado de educação, capaz de interligar o ensino infantil à formação superior, gerar a unificação dos currículos escolares em âmbito nacional e impor a diminuição das desigualdades regionais. É a constituição deste sistema o tema da recém lançada Conferencia Nacional de Educação, convocada pelo MEC, que se desenrola até abril de 2010. Para esta Conferência, diversos atores do movimento educacional foram chamados a se pronunciar, inclusive sobre a mudança do sistema de ingresso na Universidade.

O fim do vestibular não pode ser feito descolado de solução para o financiamento da educação. Para ser efetivamente transformador, um projeto desse tipo precisa contemplar um maior investimento do Estado em assistência estudantil e no Ensino Médio, para além do valor proposto pelo MEC.

Sem recursos para financiar auxílio moradia, transporte e alimentação dos estudantes de baixa renda que conquistarem vagas em instituições fora de seu município de origem, a pretensa mobilidade acadêmica não passará de discurso. Da mesma forma, caso não se efetive uma maior atenção do Estado para o financiamento do Ensino Médio nas escolas públicas a vantagem das escolas particulares e do mercado de cursinhos preparatórios prevalecerá mesmo com o novo ENEM.

Lutamos pela implementação de uma Universidade mais justa e democrática. É preciso tomar medidas de inclusão da população de baixa renda que não se resolverá apenas com a alteração da fórmula do vestibular. Mas sim com a garantia de maior investimento público na educação.

Como responsáveis pelas transformações educacionais do último período, milhares de estudantes, chamados pela UNE e pela UBES, saíram às ruas nesta semana para exigir mais do que propostas reducionistas. É preciso lutar pela transformação da Universidade brasileira em um espaço democrático a serviço do desenvolvimento do Brasil.

Lúcia Stumpf é presidente da UNE, militante da UJS e participa do movimento "Da Unidade Vai Nascer a Novidade" ao Congresso da UNE